Arquivo | julho, 2011

A opinião pública e Movimento LGBTUVWXYZ

31 jul

O movimento LGBTUVWZYZ tem feito um grande procurando provar por A+B que eles estão corretos em seus comportamentos e atitudes, e tem percebido na mídia brasileira e o STF – Supremo Tribunal Federal têm se apresentado como importantes setores da sociedade que abraçaram a causa.

Mesmo com tanto bombardeio da mídia brasileira, as evidências indicam que a opinião pública tem uma visão diferenciada do que alardeia a imprensa de nosso país, senão vejamos:
Ano passado o BBB (Big Brother Brasil) escalou um emo gay, uma drag Queen, uma lésbica e heterossexuais simpatizantes, a décima edição do BBB era destinada a ser uma celebração da “diversidade”, para usar a palavra em voga entre os politicamente corretos. Mas Dourado, de 37 anos (e que teve passagem apagada por uma versão anterior do BBB), estragou a festa. Militantes acusam-no de homofobia por declarações como a de que só os gays transmitiriam AIDS — que levou a Procuradoria da República em São Paulo a instaurar um inquérito contra a Globo, e no final Dourado foi escolhido pelos telespectadores como campeão da Edição 2010 do BBB, demonstrando que a sociedade pensa diferente. http://prjoaoluizmarquesrespondendobiblia.blogspot.com/2010_04_01_archive.html
A alguns meses o IBGE apresentou o resultado do Censo 2010 e mesmo com tanto barulho feito pelos movimentos que defendem a causa gay, foram detectados apenas 60.000 “casais” de homossexuais enquanto foram registrados 37,5 milhões de casais heterossexuais, representando apenas 0,0016% dos casais identificados pelo IBGE, o que indica não apenas uma minoria, mais também um número que demonstra que o barulho feito é extremamente maior do que a realidade existente. http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/04/28/brasil-tem-hoje-60-mil-casais-gays-com-uniao-estavel-924344337.asp
A novela global Insensato Coração, que possui o maior número de personagens gays dos últimos anos, decidiu reduzir as cenas homossexuais exatamente porque percebeu perda de audiência no Ibope, demonstrando que os telespectadores não estavam gostando das cenas apresentadas. http://www.vipgospel.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=986:perda-de-audiencia-faz-globo-cortar-cenas-gays-de-insensato-coracao&catid=48:midia&Itemid=69
Essa semana o IBOPE divulgou pesquisa onde apresenta a maioria da população brasileira é contra a aprovação do casamento gay, com 55% dos entrevistados discordando da união homossexual, mas ao mesmo tempo 73% demonstraram não discriminar algum amigo homossexual. http://www.portaldonordeste.com/index.php?option=com_content&view=article&id=2590:casamento-gay-pesquisa-do-ibope-revela-que-55-dos-brasileiros-sao-contra&catid=75:destaque

Isso demonstra que nossa sociedade segue um caminho diferente do que a mídia apresenta. Esses resultados devem pelo menos, fazer com que os militantes do Movimento LGBTUVWZYZ respeitem a opinião da maior parte da população brasileira, que apesar de não discriminar, discorda da tentativa de se efetivar uma verdadeira “ditadura” gay em nosso país.

Ao mesmo tempo essas evidências dão um alento aos que defendem a família, aos que entendem que é um equívoco o casamento gay e que não menosprezam os homossexuais, mas mostra-lhes que o caminho que estão seguindo é nocivo à sociedade.

Que Deus ajude todos nós!!!

Anúncios

Parece que foi ontem – O Casamento

27 jul

Alguns meses depois do noivado Deus me ajudou e passei num concurso público em um órgão federal, em 9º. Lugar, e a partir daí centramos todos os esforços para casar.

Foram meses intensos de prepararação. Éramos dois jovens que se amavam intensamente, mas não tínhamos muita experiência de vida, afinal eu tinha apenas 20 aninhos e ela 21. Todavia pudemos contar com a orientação de amigos, parentes, colegas de trabalho e nossa liderança espiritual.

Àquela época não se fazia recepção em clubes, era na casa da noiva mesmo, também não se costumava contatar Buffet, tudo era preparado pela família e amigos mesmo. Outra coisa que não tinha na época era distribuição de senhas para os convidados, o que facilitava a presença dos penetras.

Enfim chegou o dia do casamento, na manhã daquele dia, no corre corre das preparações, o óculos do noivo, que era míope caiu no chão e se quebrou, a noiva passou o dia sem comer envolvida nos preparativos de teve inicio de desmaio, mas à noite na igreja estávamos todos lindos e maravilhosos, recebendo as bênçãos do Pastor João Severino Fernandes, na Assembléia de Deus na Rua Padre Fraga em Petrolina. É inesquecível o momento impar da marcha nupcial e a entrada triunfal da mais bela das mulheres. Confesso que não me lembro quase nada das palavras ditas pelo oficiante, mas me lembro quando ouvi dos lábios dela: SIM. O sonho se tornava realidade. Era 28 de julho de 1990.

Parece que foi onrem, mas hoje completam-se 21 anos que compartilhamos a mesma cama, que usamos a mesma pasta de dente, que vivemos muitas emoções, alegrias,tristezas, vitórias, derrotas. Passamos muitas experiências juntos, e se o tempo pudesse retroagir, com certeza era seria minha escolhida de novo, se ela me quisesse é claro, afinal de contas ela me querer feio como eu era, magro que dava dó, cheio de pantins, pra mim foi como ter acertado La loteria.

Amadurecemos juntos, cada dia aprendemos um com o outro, ajudamos um ao outro, corrigimos um ao outro, namoramos um ao outro, amamos um ao outro, e acima de tudo compartilhamos nossa vida até que a morte nos separe, pois foi Deus quem nos uniu.

Diz o sábio Salomão quem acha uma mulher acha uma coisa boa, e eu tenho certeza que encontrei uma verdadeira esposa, companheira, parceira, amiga, incentivadora, orientadora, muitas vezes uma verdadeira mãe pra mim, mas também é minha querida namorada, minha amada noiva, minha desejada esposa. Ela é a flor de meu jardim. Ela é o sol do meu dia. Ela é combustível de meu viver. Ela é uma santa profetisa, pois olhou pra mim na minha feiúra e disse: vou transformar esse menino num homem belo e interessante. E fez isso.

Vale a pena casar, quando encontramos alguém que nos ama e que ta disposta pra o que der e vier. Que ta pronta pra enfrentar os desafios da vida lado a lado, de mãos dadas, com disposição pra lutar com galhardia. Minha esposa é uma guerreira, é minha diva, é meu amor, é minha vida.

Parece que foi ontem, mas já se passaram 21 aninhos.

Parece que foi ontem – O noivado

27 jul
Cerca de um ano depois de começar a namorar, entendendo que era hora de um noivado, comprei as alianças bem caladinho, e mesmo já sendo bem vindo na casa da moça, montei mais um plano pra poder falar primeiro com o sogro sobre o assunto, pois pensava comigo: “-se ele disser não, ninguém vai saber”. O que fiz? Deixei todos saírem à igreja certa noite, e quando tive a certeza que o mesmo estava sozinho cheguei perguntando por ela, e diante da negativa, disse o que estava pretendendo, e por incrível que pareça, foi a hora da minha vingança, pois ai ele quem titubiou, foi ele que ficou sem terra pra os pés, foi ele quem ficou sem saber o que dizer, apenas falou: -”Isso é com a mãe dela”. Nesse momento pensei comigo: 1×0 pra mim. Quando me encontrei com ela e sua mãe, fui curto e grosso: -”Não quero mais namorar com você”. Ela se assustou, e depois de um suspense eu disse: “-Agora quero ser seu noivo”. Ela disse algo que eu não esperava: “-Isso é com mãe”, E a mãe disse: “-Isso é com o pai dela”. E eu cima da bucha respondi, com ar de vitória: “-Já falei com ele”. Nesse momento a vontade que tive foi de pular, de gritar, mas me contive. O jogo estava ganho: 2×0. Quando chegamos, tivemos uma rápida conversa protocolar, tirei a caixinha das alianças do bolso, colocamos nos dedos um do outro, mas uma pergunta feita pelo sogrão me pegou desprevenido: “-Tá pensando em casar quando?” Ele fez 2×1. Mas eu, já me sentindo senhor da situação, respondi a queima roupa: “-dezembro”. Era o dia 10 de maio de 1989.

Parece que foi ontem – O namoro

27 jul


É inacreditável quando nos deparamos com a contagem do tempo e observamos que se passaram dias, semanas, meses, anos e até décadas e nem percebemos.

Lembro muito bem quando eu, com meus 18 aninhos de vida, procurava coragem pra “falar namoro” à menina mais bela que conhecia até então. Rodeava, rodeava, rodeava, mas não encontrava o jeito de falar o que estava no meu coração juvenil, mas foi então que veio a idéia genial: Esperei ela se distanciar com seus irmãos e primos e grite de longe, como quem estava brincando: “-Quuuueeeer namorar comigo”. Todos rirão da brincadeira, mas quando ela ia entrando no ônibus, a voz quase faltou, mas eu sussurrei ao seu ouvido: o que eu falei é verdade. Era um sábado às 21:32.

Na quarta feira seguinte, sabendo por onde ela passaria, simulei que a encontrava por acaso pra ver se teria coragem de perguntar se teria uma resposta. Cheguei de repente, sem ela esperar, na bicicleta da empresa que trabalhava, parei, fiquei conversando sem saber o que dizer e eis que passou um colega de trabalho que foi minha salvação. Chamei-o e a apresentei a ele dizendo: “-Quero lhe apresentar minha namorada”. Quando ele se foi, veio aquela mesma coragem do sábado à noite, eu lhe perguntei: “-Falei a verdade ou menti”. Ela então deu sorriso maroto e disse-me: “-Falou a verdade”. Sabe qual foi minha reação? Montei na bicicleta e fui embora todo feliz, mas deixando ela sozinha no meio do tempo. Era o dia 25 de maio de 1988, as 14:48.

A seqüência foi a determinação de que era preciso conversar com o pai dela, e ai tenho que admitir: mesmo tendo informações que o já considerado sogrão costumava botar os pseudo pretendentes pra correr com uma voz firme e um bigode de fazer medo a qualquer um, eu já tinha um pouco de coragem inserida à minha deslumbrante alminha. Enfrentei a fera num jantar em que a minha já namorada juntamente com sua mãe armaram uma armadilha pra mim: servirão o jantar e me deixaram sozinho, cara a cara, com o temido sogro. Reconheço que tremi nas bases, titubeie, gaguejei, gelei, mas ouvi o que eu queria ouvir: um OK.

Parece que foi ontem, mas já se passaram 23 anos.

“FARINHA POUCA, MEU PIRÃO PRIMEIRO”

24 jul

O egoísmo é um dos principais fatores dos problemas nos relacionamentos. Seja onde for: em família, no casamento, no trabalho, na escola, na vizinhança, na fila, no ônibus, enfim em qualquer lugar em que pessoas precisem se relacionar.

E em nosso querido Brasil, somos ensinados desde pequeninho a praticarmos a famosa “Lei de Gerson” que nos orienta a sempre procurar levar vantagem em tudo.

Quando alguém tem atitudes altruístas e procura o interesse do outro em detrimento de seus próprios interesses é tachado de tolo ou idiota, pra citar os adjetivos mais leves.

Jesus Cristo, o mestre dos mestres nos ensinou que quando alguém nos obrigar a seguir uma milha, devemos ir com ele duas, quando alguém tentar tomar a túnica, devemos lhe dar também a capa, quando alguém nos bater num lado rosto devemos também dar-lhe o outro, e isso é avaliado por quase todos como ridículo, ou na melhor das hipóteses, é dito que trata-se apenas de uma expressão retórica sem efetivo conteúdo prático.

Todavia, é bom lembrarmos que a filosofia bíblica, é enfática e clara nessa questão. Paulo de Tarso nos ensinou que devemos considerar aos outros superiores a nós mesmos, e também disse que devemos levar em consideração os interesses dos outros antes dos nossos.

Via de regra, sempre achamos que a razão está com a gente, e quando há um entrave, uma desentendimento, ou até uma briga em um relacionamento, a gente sempre procurar identificar as falhas de quem está ao nosso lado, e procuramos enfatizar que se dependesse da gente não estaria daquela forma.

E quando o culpado somos nós? E quando a gente é que precisar repensar nossas atitudes e pedir perdão?

Infelizmente o índice de egoísmo, arrogância e orgulho pessoal são muito fortes em nossa sociedade e é por isso que o título desse texto encontra aceitação na filosofia de vida de quase todos nós.

E se ao invés de procurar a felicidade própria nos esforçássemos pra promover felicidade aos que nos rodeiam?

Não quero dizer que a gente precisa se anular, deixar de pensar em nós próprios, nem tampouco quero defender que devemos esquecer nossos próprios interesses. A questão é que devemos amar ao próximo como a nós mesmos, ou seja, nada acontece isoladamente, e por isso temos sempre que olhar ao lado e ver que não estamos sozinhos no mundo. Há sempre alguém que nos ama, que nos quer bem, que nos admira e que sempre será nosso parceiro incondicional, e isso precisa ser recíproco.

Na verdade sempre haverá farinha, e mais: sempre teremos ao nosso dispor a matéria prima pra produzir mais farinha quando houver necessidade, a questão é que baixamos o olhar, e enxergamos apenas o nosso umbigo.

A farinha não tá pouca, o problema é que queremos fazer pirão só pra nós próprios e ai logo se perde o sabor e até o nosso apetite. Compartilhemos, comamos juntos.

Felicidade isolada não é felicidade, é egoísmo exercitado.

Sejamos cada um de nós agentes promotores do amor, do bom senso, do carinho, do cuidado, da atenção, da amizade, do altruísmo.